Programas de emagrecimento online, Planilhas de treinamento via e-mail e Personal trainer residencial
sexta-feira, 20 de maio de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
ADAPTAÇÕES CARDIOVASCULARES AO TREINO DE CORRIDA
Conheça alguns dos benefícios trazidos ao coração com a prática regular de atividades físicas
O chamado “coração de atleta” já foi descrito há mais de 100 anos e hoje sabemos ser derivado da adaptação fisiológica do coração e dos vasos ao aumento de demanda energética durante o esforço repetitivo. As alterações são benignas e reversíveis. Ocorre aumento da força de contração cardíaca e melhor aproveitamento do oxigênio.
Quando comparado a um coração de individuo sedentário, o coração do atleta apresenta para a mesma carga de trabalho menor gasto energético. Entre os efeitos cardiovasculares do treino temos:
• Menor freqüência cardíaca em repouso, com isso menor gasto energético;
• Redução mais rápida da freqüência cardíaca após o exercício;
• Maior volume sistólico ao repouso e esforço, que corresponde ao volume de sangue injetado do coração para os vasos no momento da contração cardíaca;
• Elevação do débito cardíaco, ou seja, da quantidade de sangue injetada por minuto, oferecendo mais sangue e oxigênio para todos os tecidos do corpo;
• Aumento do consumo máximo de oxigênio (VO2 max), com melhor aproveitamento do oxigênio inspirado;
• Alteração das pressões intracardíacas;
• Maior diminuição da resistência periférica total e redistribuição do fluxo sanguíneo para órgãos vitais, melhorando a performance ao exercício;
• Dilatação e hipertrofia cardíaca, ou seja, aumento da massa muscular do coração.
• Redução mais rápida da freqüência cardíaca após o exercício;
• Maior volume sistólico ao repouso e esforço, que corresponde ao volume de sangue injetado do coração para os vasos no momento da contração cardíaca;
• Elevação do débito cardíaco, ou seja, da quantidade de sangue injetada por minuto, oferecendo mais sangue e oxigênio para todos os tecidos do corpo;
• Aumento do consumo máximo de oxigênio (VO2 max), com melhor aproveitamento do oxigênio inspirado;
• Alteração das pressões intracardíacas;
• Maior diminuição da resistência periférica total e redistribuição do fluxo sanguíneo para órgãos vitais, melhorando a performance ao exercício;
• Dilatação e hipertrofia cardíaca, ou seja, aumento da massa muscular do coração.
Desta forma, temos maior eficiência mecânica da musculatura esquelética, aumento da capacidade funcional dos pulmões e melhor relação ventilação/ perfusão, ou seja, melhor captação de oxigênio nos pulmões pelos microvasos (capilares) que passam próximos dos alvéolos. Estas alterações dependem da intensidade e da duração do treinamento, do tipo de atividade atlética e de fatores genéticos.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Qual a importância das carnes na dieta dos esportistas e atletas?
As pessoas fisicamente ativas têm muitas dúvidas em relação ao consumo de carnes: eliminar do cardápio ou aumentar a quantidade? Uma resposta saudável: nem um, nem outro, ou seja: manter o consumo moderado diariamente.
Atletas e esportistas estão sendo atraídos por um estilo alimentar diferente. As pessoas estão mais conscientes do malefício que o excesso no consumo de alimentos gordurosos, com muito sal ou açúcar trazem à saúde, por isso mesmo, muitos eliminam as carnes do cardápio devido a essa filosofia. Entretanto, como toda regra tem exceção, as carnes também têm sua importância na dieta e por isso não devem ser totalmente eliminadas. Dúvidas: O que elas podem fazer por você e como escolher as melhores opções?
1º Proteínas
É fato que a dieta de pessoas ativas deve conter uma maior quantidade de proteínas, tanto para reparação de lesões das fibras musculares, quanto para pequeno fornecimento de energia durante exercícios prolongados (aminoácidos de cadeia ramificada, por ex.). A proteína contida nas carnes é mais disponível para esses objetivos, afinal, possui todos os aminoácidos necessários ao organismo, e melhor absorção deles.
2º Vitamina B12
Essa vitamina do complexo B, importante para a formação do nosso DNA e saúde neurológica, só é encontrada em alimentos de origem animal, como as carnes. Quem elimina alimentos de origem animal do cardápio, deverá fazer uma suplementação da vitamina.
3º Ferro
A forma do ferro encontrada nas carnes é mais facilmente absorvida do que a forma encontrada em vegetais. O ferro é importante no transporte de oxigênio e sua diminuição no sangue pode causar apatia, cansaço fácil e anemia.
4º Zinco
O zinco é essencial na manutenção do nosso sistema imune, saúde da pele e regulação do sistema hormonal (principalmente testosterona), então, o consumo diário de carne, mantém a concentração de zinco sempre alta no sangue.
Como escolher?
Para desfrutar dos benefícios das carnes e não ter prejuízos na saúde, você deverá sempre escolher cortes magros de carnes (tanto brancas quanto vermelhas). A carne branca é naturalmente mais magra e as gorduras do peixe, por ex., são benéficas, então, o consumo delas deverá ser maior, desde que consumidas sem pele, sem ser defumadas ou enlatadas e em preparações sem fritura e queijos amarelos. Caso sua preferência sejam as carnes vermelhas, sem problema algum também, desde que as porções sejam controladas durante o dia (elas possuem naturalmente mais gorduras ruins – as saturadas) e sejam consumidas em preparações magras (assadas, grelhadas, ao molho, cozidas, etc.).
Carnes de porco e ostras devem ser consumidos em menores quantidades, pois apesar de serem ricas em proteínas e zinco, possuem elevados níveis de gordura. Ao contrário, a carne de peru é excelente na dieta, pois é magra e rica em proteínas, ferro e zinco.
Se você ainda não concorda com as idéias acima e quer eliminar as carnes do cardápio, faça de uma maneira correta: procure orientação de um nutricionista para que ele possa adequar seus cardápios e evitar deficiências nutricionais, prejudicando sua saúde e seu desempenho no esporte.
REFERÊNCIAS:
KLEINER, Susan M.; GREENWOOD-ROBINSON, Maggie. Nutrição para o treinamento de força. São Paulo. Editora Manole, 2002.
KLEINER, SM. O papel da carne na dieta do atleta: seu efeito na inter-relação entre macro e micronutrientes. GSSI, 1998.
Gentilmente cedido pela Nutricionista Giovana Guido
Assinar:
Postagens (Atom)